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Geotecnologia3 min de leitura

Com Plano de Saneamento, Município se prepara para crescimento populacional

Com Plano de Saneamento, Município se prepara para crescimento populacional
PorEquipe DRZ
Publicado em6 de março de 2019
Com projeção populacional de mais de 1 milhão de habitantes até 2033, e com sérios problemas de drenagem urbana e esgotamento sanitário, Teresina (PI) precisa se preparar para conseguir atender esta demanda. Para isso, é necessário conhecer a realidade de cada um dos quatro eixos do saneamento básico, a partir de dados precisos sobre as deficiências e potencialidades; ações que devem ser implementadas a curto, médio e longo prazos e buscar as fontes de recursos. "Com o Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB), que acabamos de entregar, Teresina tem um instrumento que traz um estudo detalhado e preciso com diagnóstico das condições de cada serviço; programa de ações e metas para os próximos 20 anos; análise de viabilidade técnica e econômico-financeira da prestação dos serviços; fontes estratégicas para financiamento. É um estudo completo para que o Município se prepare para a universalização do saneamento básico tendo em vista o aumento populacional", afirma o gestor da DRZ, arquiteto e urbanista Agenor Martins Junior. INVESTIMENTOS E AÇÕES O investimento aproximado para a implementação de 78 ações, nos quatro eixos, é de pouco mais de R$ 7,5 bilhões, ao longo de 20 anos. Uma média de R$ 376.487.673,52 por ano. Dentre as ações, destacam-se a universalização do serviço de abastecimento de água em curto prazo (2019) e a universalização dos serviços de coleta e tratamento de esgotamento sanitário a longo prazo (2035). Para os serviços de limpeza pública, a principal meta é a ampliação do atendimento pelo serviço de coleta seletiva, buscando reciclar 30% de todo material passível de reciclagem coletado no município e a ampliação do atendimento nas localidades rurais. Para o serviço de drenagem e manejo das águas pluviais, as metas são menos otimistas, visando à implantação de 50% das galerias previstas somente a longo prazo. A assessora de coordenação da Secretaria de Planejamento, Delna Maria Sá Brito, afirma que os grandes desafios são os setores de esgotamento sanitário e drenagem urbana.  Apenas 17%  da população é atendida com coleta e tratamento de esgoto. Dos 2.600 Km de logradouros existentes em Teresina, apenas 46,32 Km possuem sistema de drenagem de águas pluviais, acarretando diversos problemas. Estima-se que o município apresenta 30 pontos críticos de alagamento e inundação. “Nos fóruns e reuniões públicas realizados, a maior parte das reclamações remeteu-se à ausência de dispositivos de drenagem (bueiros, redes) e à deficiência no escoamento das águas das chuvas”, diz Martins. A equipe DRZ também trabalha no Plano de Macrodrenagem de Teresina.

"O Plano traz um diagnóstico bem real dos principais problemas que enfrentamos, especialmente com drenagem urbana e esgotamento sanitário, e as ações que precisamos implementar. Trabalhar com a DRZ foi muito gratificante, uma equipe muito competente de profissionais sempre nos atendeu em nossas solicitações", diz a assessora de coordenação da Secretaria de Planejamento, Delna Maria Sá Brito.

     

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