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Gestão Ambiental2 min de leitura

DRZ trabalha na recuperação de área degradada de dois antigos lixões

DRZ trabalha na recuperação de área degradada de dois antigos lixões
PorEquipe DRZ
Publicado em2 de abril de 2016
  De acordo com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), 60% dos municípios brasileiros, ou seja, 3.346 de um total de 5.565, ainda precisam vencer o desafio imposto pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), Lei Federal 12.305/2010, e extinguir os depósitos irregulares de destinação final de resíduos, lixões e aterros controlados. Vencida esta etapa, o problema não estará solucionado totalmente, a PNRS determina também que depois de extintos estes depósitos, as áreas onde funcionavam devem ser recuperadas. A equipe DRZ está trabalhando na recuperação de áreas de dois antigos lixões, em Uraí (PR) e Japurá (PR), com a elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD). Com os Planos, os prefeitos Sérgio Henrique Pitão, de Uraí (PR) e de Japurá (PR), Orlando Perez Frazatto, terão o documento que orienta a execução e o acompanhamento ou monitoramento da recuperação ambiental do local onde funcionava o lixão, em cada um dos municípios. Em Uraí, a área tem 2,64 ha. A equipe já fez as visitas técnicas e o levantamento de campo e está trabalhando na elaboração do diagnóstico, que trará, de acordo com a geógrafa da DRZ Thamy Gioia, entre outras informações, o tempo de disposição dos resíduosno local, quais os tipos de resíduos que foram depositados no local durante este período, a condição atual da área, o tipo de vegetação existente no local, se o solo e lençol freático foram contaminados. Em Japurá, a área tem 5 mil m² e a equipe DRZ está fazendo o levantamento planialtimétrico, primeira ação para posteriormente ser realizado o diagnóstico. "Este levantamento fornece o maior número possível de informações da superfície do terreno e permite representar os acidentes geográficos naturais ou artificiais", explica Thamy Gioia. A partir das informações levantadas no diagnóstico, segundo a geógrafa, será elaborada a proposta de monitoramento e recuperação da área. "Esta proposta depende do resultado do diagnóstico. Porém, ali já identificamos, no caso de Uraí, a necessidade de pelo menos duas ações: reflorestamento e projeto de educação ambiental, pois embora, oficialmente, o lixão tenha sido desativado há 6 anos, a população ainda joga na área resíduos de construção civil, poda de árvores e resíduos volumosos."  

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